“Quantum Activist”, mais um documentário que promete reforçar o novo paradigma civilizacional

“Be prepared to take a discontinuous leap.

quantuam_activist

There is a revolution going on in science. A genuine paradigm shift. While mainstream science remains materialist, a substantial number of scientists are supporting and developing a paradigm based on the primacy of consciousness.

Dr. Amit Goswami, Ph.D, a pioneer of this revolutionary new perspective within science shares with us his vision of the unlimited potential of consciousness as the ground of all being, and how this revelation can actually help us to live better.

The Quantum Activist tells the story of a man who challenges us to rethink our very notions of existence and reality, with a force and scope not felt since Einstein.

This film bridges the gap between God and Science. The work of Goswami, with stunning precision and without straying from the rigors of quantum mechanics, reveals the overarching unity inherent in the worlds major religions and mystical traditions.

Meet the man behind the message as Dr. Goswami tells how he moved away from the religious teachings of his childhood, to seek his path in nuclear and theoretical quantum physics, and how he has come full circle, through quantum insight, back to the very religious axioms offered as a youth.

With a poignant relevance to the problems of our day this film follows Dr. Goswami as he demonstrates how our mistaken views of reality have led to our current environmental, social, economic and spiritual crisis; as well as the means of correcting these errors. At stake is nothing less than our survival upon the planet. The Quantum Activist is a film for our time. It is a film for all time. It is a film whose very subject transcends time.

Witty, profoundly insightful and colored with humor, the Quantum Activist brings you Amit Goswami’s vision of the universe. Steeped in the verifiable facts of Quantum Mechanics, Dr. Goswami dares to pose the question, “What are you doing to participate in the creation of the reality we all share?”

Leia mais no site oficial: http://quantumactivist.com/

matrix_escolha

E você, já fez a sua escolha?

Continue Reading...

O Enigma (e os desafios) da Física Quântica

Estou a ler uma fabulosa obra que me chegou, através de um amigo distante (e tão próximo!), por email. Aborda com rigor e com a suficiente lucidez (controvérsia) científica, as implicações da mecânica quântica no nosso mapeamento conceptual do Kosmos (às micro e macro escalas) e as (im)possíveis interacções com a ‘Consciência’.
Pelo seu inegável interesse e pela sua incontornável oportunidade, poderei ceder a versão electrónica deste ensaio (”Quantum Enigma: Physics Encounters Consciousness“, de Bruce Rosenblum e Fred Kuttner) a quem o solicitar por email (setroklayl@kosmografias.com)

Continue Reading...

Culture Unplugged Video

Continue Reading...

Matthieu Ricard Hábitos da Felicidade


[TED pt_BR] Matthieu Ricard: Habitos da Felicidade (parte 1/3)

[TED pt_BR] Matthieu Ricard: Habitos da Felicidade (parte 2/3)

[TED pt_BR] Matthieu Ricard: Habitos da Felicidade (parte 3/3)

Continue Reading...

Vida = Memória x Condicionamento elevado ao quadrado

Olho com impaciência a fórmula que me inquieta:

vmc2

V ( Vida) = M (memória) x C (condicionamento) elevado ao  quadrado

É uma fórmula elegante que, em simultâneo, Tudo e Nada explica. A coisa (a fórmula) surgiu ao final do dia de hoje. Fez-se título do artigo de jornal que agora escrevo e que nos próximos dias aqui divulgarei.

Continue Reading...

“O Triunfo dos Porcos”

animalfarm2O Mundo alarma-se perante a possibilidade de uma pandemia incontrolável que a todos aflige e a todos ameaça atingir. Depois da virose financeira e da consequente anemia económica global, eis que sobe ao nosso palco existencial a “Gripe Suína”. Paira no ar uma sádica ironia, também ela global, que nos faz descrer do suposto bem-estar civilizacional que a áurea modernidade económica e científica dos séculos XX e XXI nos prometeu e nos quis política e culturalmente fazer acreditar, condicionar e venerar.

Mas, afinal, o que há de errado em tudo isto? Nada, a não ser tudo o que envolve o nosso colectivo fingimento, avareza e desprezo pelo fundamental: o respeito pela dignidade Humana! Enquanto não percebermos que cada um de nós faz parte do todo e que o todo está em cada um de nós, morremos civilizacionalmente a cada dia que passa. Basta um espirro de um suíno ou o bater de asas de uma ave anémica, e encolhemo-nos como se a lepra ou a peste negra estivessem de volta.

Somos tão ou mais vulneráveis do que o foram os nossos antepassados. Os medos, assim como o sentimento de felicidade ou de angústia, em nada ou em muito pouco são agora diferentes daqueles que foram vivenciados pelo primitivo Homem das cavernas. É inegável que muito crescemos materialmente nos dois últimos séculos, mas também é indesmentível que o incenso da felicidade vivida e interiormente experimentada por todos e cada um de nós, mirra e esvai-se a cada dia que passa.

A nossa balofa ambição civilizacional é inversamente proporcional à progressão geométrica da nossa estupidez colectiva. Ambição e desejo ‘egóico’ de poder são, mais do que qualquer gripe suína, a fonte endémica e patológica das epidemias que de forma avassaladora marcaram o trajecto da Humanidade ao longo da história. Ainda assim, tresloucada e teimosamente, insistimos em querer ser desajeitados coveiros da nossa própria sepultura.

Já quase nada sabemos das interrogações vitais que desde há milénios são comuns e transversais ao Homem pré-histórico ou pós-moderno e para as quais não temos (ou tememos) ter resposta: afinal quem somos, o que somos e ao que viemos(?); quem sou eu e o que faço eu no meio de tantos «eu’s sem mim»? Estarei numa Arca que é - e não é - de Noé? E se é, por que não nos diz que o é?

Quase tudo o que aprendemos no nosso trajecto de vida como verdades universais e absolutas, foi superado pela natureza intrínseca da constante impermanência das coisas e da sua implacável dialéctica: sempre imprevisível, nunca pré-conceito, raramente predizível e sempre inquieta novidade a desestabilizar o nosso sistema de crenças.

Diria que na experiência sentida e não preconceituosamente vivida, a convergência humana é possível, e que, ao invés, a divergência entre povos e nações é uma fatalidade inerente à obsessiva estratificação intelectual do mundo e dos seus fenómenos. Por exemplo, a experiência da fome faz-nos adensar a compaixão e a partilha, por sua vez, os conceitos (científicos, económicos, políticos e culturais) sobre a fome, apenas justificam intelectual e culturalmente não apenas a inacção de todos e de cada um de nós, mas também a inibição da identificação do «Eu» com os outros, quando, afinal, gostemos ou não, «os Outros» somos Nós (!).

Apenas a nossa sempre actualizada arrogância intelectual sustem a vã e inglória tentativa de salvaguardar o território e o poder do nosso autocrático e narcísico “eu sei, eu posso…”. É aí que o mundo existe: o meu hodierno «Eu» é do tamanho do Deus anão que me dão hipnoticamente a consumir, e, ainda assim, tememo-lo e ao mesmo tempo idolatramo-lo que nem sorte ou peste suínas.

Todavia, conscientes ou não do medo e de dele o ter ou não, o mundo pula e avança. E pula tanto mais quanto nele acreditamos estar a avançar e a rumar ainda que para sítio algum, ou, pior(?), a remar sem rumo para todos os sítios ao mesmo tempo até à vacuidade total.

Nestes tempos em que a competição individual alimenta o nosso imaginário existencial e agiganta, à escala global, a autofagia colectiva, viver – apenas viver! - é cada vez mais difícil e já quase impossível. Afinal, quem ainda se lembra do quase profético “Triunfo dos Porcos”, de George Orwell?

Fernando Cortes Leal

Continue Reading...

Porque não muda a nossa visão de Mundo?

jacek_yerka_019…Ou, porque não mudamos de paradigma?

Um grupo de cientistas fechou 5 macacos numa jaula, colocou no centro uma escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jacto de água fria aos que estavam no chão. Depois de um certo tempo, sempre que um macaco tentava subir a escada, os outros enchiam-no de pancada. Passado mais algum tempo, já nenhum dos macacos subia a escada, apesar da tentação ser grande.
Então, os cientistas substituiram 1 dos 5 macacos. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, sendo rapidamente retirado pelos outros, que o surraram.
Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo desistiu de tentar subir a escada.
Um segundo macaco foi substituído, e passou-se o mesmo, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, na surra do novato.
Um terceiro foi trocado, e a história repetiu-se.
Um quarto e, finalmente o último dos veteranos foi substituido.

Os cientistas ficaram, então, com um grupo de 5 macacos que, mesmo sem nunca ter tomado um banho frio, continuavam a bater nos que tentassem chegar às bananas.

Se fosse possível perguntar a um deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: “Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui…”

Continue Reading...

Música que me (co)move

http://www.dailymotion.com/videox3tfx8

Continue Reading...

Vivemos num mar de nuvens de electrões…

Maya ou a nuvem de electrões.

YouTube Preview Image

bloguemaya

YouTube Preview Image

Buracos Negros e Matéria Escura.

YouTube Preview Image

Virá aí o tempo do não tempo?

Continue Reading...

“Yara”: Mais do que uma pequena Cadela, um grande Amor.

yara_web1Posso não saber quais os mistérios que a morte esconde, mas, de igual modo, sei que a vida não deveria ser deles apenas um efémero sonho (pouco) lúcido através do qual, egoistamente, sustentamos infindáveis e contraditórias ilusões e ambições, regra geral desprimorosas para com a vida universal e transpessoal.

Digo isto a propósito da “Yara”, cadelinha de estimação que me acompanhou e comigo conviveu durante dez anos. Morreu hoje, dia 26 de Fevereiro, após uma penosa agonia de seis dias.

Pode parecer absurdo, mas gosto dela não menos do que qualquer uma das pessoas que comigo convivem e se relacionam.

Neste mistério, uma coisa eu sei: o afecto parece transcender a morte, diluindo-se numa consciência universal em que os nossos sentidos e a nossa racionalidade se revelam, por enquanto, incapazes de entender.

Algo me diz que o Amor, mesmo após a vida, é capaz de perpetuar e de se ligar à conciência viva, ainda que etérea, daqueles que partem e seguem os trilhos da viagem kósmica, como se todos, mesmo saindo do sonho que nos liga à vida (Maya), não deixem de aqui estar, omnipresentes, neste incomensurável holograma universal em que cada um de nós (as partes) está no todo e o todo está em cada um de nós.

A “Yara” está aí, talvez mais perto daquilo que efectivamente somos do que daquilo que enganosamente julgamos  ser.

Um beijo e um até já, doce amiga “Yara”!

Fernando Cortes Leal

Continue Reading...
  • I Am That

    Kosmos

    Uma invisível e subtil essência é o Espírito de todo o universo. Isso é a Realidade. Isso é a Verdade. Tu és Isso.

    bicho

    O verdadeiro truque na vida não é ser-se conhecido. É ser-se um mistério.

  • Sobre o Blogue
    kosmos22

    Setrok Layl

    Um Blogue, um caderno (quase diário) de dúvidas do quotidiano exorcizadas à luz das nossas interrogações existenciais e funcionais. Espaço (eco e beco) de partilha. Também de partida e de chegada do comboio que tarda em viajar.

    Esta é a "Paragem 13" do trem que não pára neste blogue. É um apeadeiro de carris em desalinho. Estação de metro sem espaço para o avião que nele não há-de ancorar.

    Blogue e comboio, nave e bagageira de ideias soltas que teima em não (des)embarcar mesmo de onde a desesperante e eterna espera convida a viagens urgentes por mapas sem geografia conhecida.

    Também Blogue de um outro heterónimo de Pessoa (mais um!), que também é Fernando e pessoa mas não teve a sorte de ter uma filha chamada Paula, que comigo aqui alinhava e inscreve, a carvão digital, o vapor e o desassossego dos dias que se movem na impermanência e na inquietude dos universos ainda incompletos.

    Coisas da vida, coisas de nós, coisas da polis… Coisas, enfim, da vacuidade que a tudo alberga. Blogue de segredos públicos, fumegantes e impermanentes, no trilho ziguezagueante e na miragem de paraísos nunca cumpridos por onde camelos alados e comboios inter-galácticos teimam em não se fazer passear nem, tão pouco, ousar parar para que os possamos pensar e contemplar.

  • Palavras-Chave
  • Siga-me no Twitter
      siga-me no Twitter
    • "Yara"

      yara22_fhdr

      yara18_fhdr

      yara5_fhdr

    • Blogues meus...
      matrixpill_ezg_1
      Outros Blogues em que me reparto e me faço partilhar: Kosmografias: Integral World - Zeitgeist Movement (Blogue de fundo sem fundo, a que me dou, inteiro e inacabado, profundamente)
      Kuantica - Paradigma 21 (Compilação de textos dispersos, implosivos uns e explosivos outros. Ambos lidos à luz das perplexidades do desenvolvimento científico e tecnológico)

      Escola e Escolhas Públicas Caderno (quase) Diário de um professor/actor do quotidiano (Os desabafos do dia-a-dia. Circunstancialidades que, a roer e a moer -às vezes a doer-, amachucam o ego nosso de cada dia)

    • Radio Karunesh
      State of Global Emergency Declaration - ENDORSE NOW!
    • Admin
    • Páginas
    • RSS Tendencias21
    • Media RSS
    • Spam Blocked
    Related Posts Widget for Blogs by LinkWithin